18.7.16
Astrologia
Ando a pensar em fazer uma rubrica especial sobre astrologia. Sou apaixonada por este tema e acho que seria interessante falar disto porque não é uma coisa que eu veja muito nos blogues. Talvez fosse giro trazer isto para o blogue. O que acham?
E se acham que sim, digam-me o que gostavam de ver: astrologia (não só sobre os signos mas sim um pouco de tudo) ou só características dos signos. Também estou aberta a outras sugestões!
14.7.16
Travel Vibes || Grécia
Sabem aquela sensação que têm quando vos apetece muito viajar mas não podem? Hoje venho agravar esse feeling. Isto vai ser uma rubrica (ou pelo menos tentar que seja) semanal/quinzenal em que vou dizer para onde gostava de viajar ou o que já visitei.
AVISO: imagens podem causar vontade incontrolável de apanhar um avião para o destino apresentado.

Vou começar pela ilha de Santorini. Sempre quis ir lá porque a paisagem é linda! A imagem é de Oía, que é talvez a zona mais famosa da ilha. As casas são brancas com o telhado azul, uma coisa que eu acho fantástica. E ao pôr do sol deve ser de tirar o fôlego! Quem foi lá, diz que é uma ilha muito romântica até mais que a própria cidade do amor, Paris.
Se um dia for à Grécia, as ilhas de Escíato e Escópelos não podem escapar. Porquê? Algumas cenas do filme Mamma Mia! foram gravadas nessas ilhas. São zonas com bastantes praias com a água quase transparente e têm vistas lindas! Escópelos lembra-me de Portugal (não sei porquê mas lembra-me) e acho que é por isso que adoro muito esta ilha.
Para além destas ilhas gostava de visitar Atenas e Creta pela sua parte histórica. Sempre gostei da parte dos Gregos e Romanos que se dá em História.
E onde gostariam de ir? Gostavam de ir à Grécia?
18.6.16
A verdadeira razão por andar desaparecida
Quem segue o blogue sabe que esta não é, nem de perto, a primeira vez que desapareço da blogosfera. Sempre que apareço, passados uns meses, peço desculpa por andar ausente e digo que é falta de tempo. Menti. Tinha vergonha de o dizer em voz alta e de o admitir. Agora, passado este tempo todo, decidi que era o melhor a fazer.
Na altura em que criei o blogue Cary Cupcake, em 2013, tinha 13 anos. Sabia que havia uma parte negra da internet e pouco mais sobre isso. Um dia descobri o mundo dos blogues e nunca me passou pela cabeça que havia quem fizesse dinheiro e recebesse produtos com eles. Para mim era um hobby e uma maneira de escapar à realidade. Dedicava o meu tempo livre a criar conteúdo para o blogue e apenas isso.
Passaram-se 3 anos desde esse tempo. Cresci, é verdade. Mas houve umas coisas que me acompanharam desde esse tempo: depressão, ansiedade e o lado negro da internet.
Acho que nunca me foi tão difícil falar de depressão, até escrever essa palavra é-me difícil. Pensava que apenas os que passaram por coisas traumáticas tinham isto. Bem, esses e os que apenas queriam atenção mas isso é outra história. Nunca fui infeliz. Tinha coisas que não gostava em mim e aconteceram coisas ao longo destes 3 anos que me fizeram verdadeiramente infeliz. Não me contentava com o que tinha e não dei valor a quem deveria ter dado. Afastei-me de quem deveria me aproximar mais e de quem se preocupava de verdade. Acabei por me tornar numa pessoa que não era.
Posso dizer que as redes sociais tiveram um impacto negativo em mim. Deixei de me vestir como queria porque "não estava na moda" ou porque "a pessoa x não usa isto". Que idiota que fui! A verdade é que me deixei influenciar pelos media e não foi de uma forma positiva. Deixei de publicar o que queria, e o que me fazia feliz, aqui no blogue porque se o fizesse não ia ter tantos seguidores ou comentários. Como não tinha o resultado que esperava, desistia. Depois voltava à blogosfera porque sentia saudades do meu hobby. E isto começou a ser uma bola de neve que ia crescendo.
Isto precisava de mudar! Uma rapariga (ou um rapaz, ou um alien, o que quer que seja) não devia deixar de fazer ou vestir o que seja para agradar a uma pessoa.
Mudei a minha forma de pensar. Essa foi a razão porque me ausentei das redes sociais. Precisei de ser egoísta e de me importar apenas comigo durante um tempo. Claro que não estou "curada" da depressão ou da ansiedade mas estou a trabalhar nisso. Quero ser uma versão melhor de mim só que não vai ser do dia para a noite que vou mudar. E sei que não sou a única pessoa que passa ou passou por isto. Na nossa sociedade todos querem ser diferentes mas quando alguém o é, começam a insultá-los ou a rebaixá-los. Não faz qualquer sentido!
Sei que foi um grande post e sei que talvez muitos de vocês nem leram metade. Não vos censuro, sei que falo demais. Mas prefiro falar demais sobre o que quero do que ficar calada porque não é o que querem ouvir.
Na altura em que criei o blogue Cary Cupcake, em 2013, tinha 13 anos. Sabia que havia uma parte negra da internet e pouco mais sobre isso. Um dia descobri o mundo dos blogues e nunca me passou pela cabeça que havia quem fizesse dinheiro e recebesse produtos com eles. Para mim era um hobby e uma maneira de escapar à realidade. Dedicava o meu tempo livre a criar conteúdo para o blogue e apenas isso.
Passaram-se 3 anos desde esse tempo. Cresci, é verdade. Mas houve umas coisas que me acompanharam desde esse tempo: depressão, ansiedade e o lado negro da internet.
Acho que nunca me foi tão difícil falar de depressão, até escrever essa palavra é-me difícil. Pensava que apenas os que passaram por coisas traumáticas tinham isto. Bem, esses e os que apenas queriam atenção mas isso é outra história. Nunca fui infeliz. Tinha coisas que não gostava em mim e aconteceram coisas ao longo destes 3 anos que me fizeram verdadeiramente infeliz. Não me contentava com o que tinha e não dei valor a quem deveria ter dado. Afastei-me de quem deveria me aproximar mais e de quem se preocupava de verdade. Acabei por me tornar numa pessoa que não era.
Posso dizer que as redes sociais tiveram um impacto negativo em mim. Deixei de me vestir como queria porque "não estava na moda" ou porque "a pessoa x não usa isto". Que idiota que fui! A verdade é que me deixei influenciar pelos media e não foi de uma forma positiva. Deixei de publicar o que queria, e o que me fazia feliz, aqui no blogue porque se o fizesse não ia ter tantos seguidores ou comentários. Como não tinha o resultado que esperava, desistia. Depois voltava à blogosfera porque sentia saudades do meu hobby. E isto começou a ser uma bola de neve que ia crescendo.
Isto precisava de mudar! Uma rapariga (ou um rapaz, ou um alien, o que quer que seja) não devia deixar de fazer ou vestir o que seja para agradar a uma pessoa.
Mudei a minha forma de pensar. Essa foi a razão porque me ausentei das redes sociais. Precisei de ser egoísta e de me importar apenas comigo durante um tempo. Claro que não estou "curada" da depressão ou da ansiedade mas estou a trabalhar nisso. Quero ser uma versão melhor de mim só que não vai ser do dia para a noite que vou mudar. E sei que não sou a única pessoa que passa ou passou por isto. Na nossa sociedade todos querem ser diferentes mas quando alguém o é, começam a insultá-los ou a rebaixá-los. Não faz qualquer sentido!
Sei que foi um grande post e sei que talvez muitos de vocês nem leram metade. Não vos censuro, sei que falo demais. Mas prefiro falar demais sobre o que quero do que ficar calada porque não é o que querem ouvir.
21.4.16
2016 e os Artistas
| Prince |
Acabei de ir ao Twitter e percebi que perdemos mais um grande cantor. Perdemos o Prince, uma das figuras mais amadas do mundo da música. Pessoalmente eu nunca fui uma fã ferranha, daquelas que só ouvem isto e mais nada, mas gostava de algumas músicas e a minha banda preferida idolatrava-o. Por exemplo, em ambos os concertos dos R5 (que para quem não sabe é a minha banda preferida) eles cantaram uma música do Prince. Este ano também perdemos outro nome da música, o David Bowie. Eu admirava-o muito como artista e gostava bastante do seu trabalho.
Em 2016 perdemos Umberto Eco, Harper Lee, Alan Rickman, Prince, David Bowie, Nicolau Breyner e muitas outras figuras da cultura (sejam autores, artistas, atores...) com muito talento.
| David Bowie |
Dei por mim a pensar que 2016 está a levar demasiadas pessoas com um talento incrível! Está a ser um ano horrível para a cultura e para as artes. Enquanto amante, não só, de música mas de arte e cultura acho estúpido aquelas pessoas que nem sabem quem é a pessoa que morreu mas mesmo assim vão dizer que eram fãs e vão sentir a falta deles. Acho estúpido e uma falta de educação, seja para o artista em sim ou para todos aqueles que o admiravam.
Espero não ser a única que se sente assim em relação aos falsos fãs. Detesto pessoas assim e, para mim, é quase um insulto à arte e ao trabalho que a pessoa fez durante a sua carreira. Uma coisa é saber quem é a pessoa e o que fez mas não gostar do trabalho, que sejamos sinceros, isso é normal acontecer. Outra, totalmente diferente, é dizer-se fã quando nem se sabe o que a pessoa fez!
Não aguento pessoas assim.
24.2.16
#FreeKesha
Acho que todos vocês conhecem a Kesha, seja pela sua música ou visual polémico. Mas poucos sabem que ela esteve presente no tribunal no dia 19 deste mês. "E porquê?" perguntam vocês. Não, a Kesha não fez nada de mal, antes pelo contrário. Ela esteve presente porque nesse dia saiu o veredito da queixa que ela fez contra Dr. Luke e a Sony (empresa para a qual Kesha trabalha). Ela diz que Dr. Luke a forçou a usar drogas para ele se aproveitar sexualmente dela, diz também que ele abusou dela fisicamente, verbalmente, mentalmente e emocionalmente durante vários anos de modo a que este tivesse controlo da vida e carreira dela e até para destruir a sua confiança, imagem e valor próprios. Segundo Kesha, Dr. Luke dizia constantemente frases como "Não és tão bonita assim nem tão talentosa como pensas. Tens sorte em me teres contigo" e "Sem mim não és nada".
Outro problema é que Kesha só pode trabalhar para a Sony. Ou ela trabalha para o seu violador ou não trabalha de todo.
O veredito que saiu foi: não há provas suficientes, nem válidas, pois os contratos entre os artistas e os produtores funcionam assim. O juíz disse também que Dr. Luke investiu mais de 60 milhões de dólares na carreira da Kesha e que o instinto dele é fazer a coisa mais razoável comercialmente.
O processo ainda não acabou, mas a cantora não pode lançar novas músicas ou fazer concertos até ao fim do mesmo.
Outro problema é que Kesha só pode trabalhar para a Sony. Ou ela trabalha para o seu violador ou não trabalha de todo.
O veredito que saiu foi: não há provas suficientes, nem válidas, pois os contratos entre os artistas e os produtores funcionam assim. O juíz disse também que Dr. Luke investiu mais de 60 milhões de dólares na carreira da Kesha e que o instinto dele é fazer a coisa mais razoável comercialmente.
O processo ainda não acabou, mas a cantora não pode lançar novas músicas ou fazer concertos até ao fim do mesmo.
Agora pergunto eu: parece que a Kesha está a mentir? Será que esta é a cara de quem está a mentir?
Eu vejo que ela está perturbada com isto tudo e não me parece que esteja a mentir,
O que mais me irrita nisto tudo é que a justiça preocupa-se mais com o negócio do que com as pessoas! Isso não faz sentido nenhum! Visto desta maneira parece que se pode comprar a vida de uma pessoa. E há outros casos, como o de Chris Brown em que há provas de ele batia na Rihanna, por exemplo, e não lhe aconteceu nada, ou então o de Roman Polanski em que este violou e drogou uma rapariga de 13 anos, e ele só não pode voltar aos Estados Unidos. Nestes casos, os agressores são homens e não lhes fazem nada mas se fosse ao contrário, as penas seriam muito mais pesadas e é isto que me irrita neste mundo.
20.2.16
iZombie
Com o falhanço do fato de carnaval (ele ficou feito mas correu tão mal que não tenho fotos para mostrar) não tinha nada para postar. Então ontem lembrei-me de começar uma série que a Bea do Suspiros da Bea disse que gostava, eu estou a adorar até agora! Se não viram, têm mesmo que ver que aquilo é ó-ti-mo!
iZombie não é daquelas séries tipo The Walking Dead em que se vê que os zombies são zombies. Eu nunca vi The Walking Dead mas é esta a impressão que tenho. Voltando a iZombie: esta série segue a vida de uma rapariga, Olivia, que trabalha com um médio forense. E é basicamente isto. Não quero dar spoilers nem nada do género, então ficamos por aqui mas a série é fenomenal e, por vezes, cómica.
E vocês já viram iZombie? Estão tão obcecados como eu?
PS: estive à conversa com uma seguidora aqui do blog e ele disse para eu publicar mais opiniões de livros que já tenha lido. Decidi fazer um blog onde meto todas as opiniões de livros que já tenha lido porque não quero encher este blog com livros que não gostei nada. Esse blog é o Invisible Books, se quiserem saber. Aqui vou só publicar aqueles que gostei muito mesmo!
iZombie não é daquelas séries tipo The Walking Dead em que se vê que os zombies são zombies. Eu nunca vi The Walking Dead mas é esta a impressão que tenho. Voltando a iZombie: esta série segue a vida de uma rapariga, Olivia, que trabalha com um médio forense. E é basicamente isto. Não quero dar spoilers nem nada do género, então ficamos por aqui mas a série é fenomenal e, por vezes, cómica.
E vocês já viram iZombie? Estão tão obcecados como eu?
PS: estive à conversa com uma seguidora aqui do blog e ele disse para eu publicar mais opiniões de livros que já tenha lido. Decidi fazer um blog onde meto todas as opiniões de livros que já tenha lido porque não quero encher este blog com livros que não gostei nada. Esse blog é o Invisible Books, se quiserem saber. Aqui vou só publicar aqueles que gostei muito mesmo!
1.2.16
Não tenho fato de Carnaval....e agora?
Se há coisa que eu não gosto nada no Carnaval é ter que gastar dinheiro só para um dia. Sim, sou forreta mas o ano passado (se bem me lembro) comprei um fato por quase 25€ e só o usei 2 vezes. Não vou dizer que o fato não esteja bom, porque até está como novo, mas fica um pouco largo em mim. Então, em vez de gastar mais 25€ numa coisa que eu vou usar uma vez e guardar no fundo do armário, vou aproveitar os saldos e fazer o meu próprio fato!
Aqui vão 3 sugestões (não muito caras) para o vosso fato:
A mais fácil das 3 é esta! Basta um vestido branco e o cabelo despenteado que para este fato chega. Podem sempre fazer uma maquilhagem com olheiras bastante carregadas e a pele muito pálida como se estivessem mortas.
O mais trabalhoso neste é a maquilhagem de caveira mas fica muito bonito. Podem também pintar só metade da cara que fica giro. As roupas são à vontade do freguês!
O mais trabalhoso é este fato! Precisam de flores, um vestido preto e a maquilhagem de caveira mas o resultado é absolutamente lindo. Eu vou fazer este e até vos mostro o resultado final quando estiver pronto.
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